
Eis que agora, surge do nada uma campanha publicitária do Banco do Brasil chamada Decida Pelo 3. A campanha chama os cidadãos à ação, propondo que se tome 3 medidas diárias com vistas a manter a sustentabilidade do planeta. Essa parece ser a nova palavra da moda.
Pessoalmente eu até acho importante esse assunto, mas o que enche o saco é ver ambientalismo transformado em seita religiosa. Sem contar que militância ecológica e militância "esquerdofrênica" costumam ser gêmeas siamesas. Mas vamos ao que interessa:
Tem gente propondo que o tal 3 da campanha do banco não seria tão inocente assim. Seria uma forma subliminar de ir preparando a cabeça do povão para um hipotético 3º mandato do Timoneiro de Garanhuns. Daí a ênfase, inclusive nos filmes da campanha, em mostrar o 2 + 1, ou seja, o terceiro se unindo aos 2 já existentes.
É força a barra demais? Talvez. Provavelmente o 2 + 1 seja apenas a soma dos números mesmo. Pode ser só coincidência, mais uma escolha infeliz dos semi-deuses da publicidade, como no caso anterior. Quem sabe não foi até proposital, para gerar um hype?
O que pegou mal é a época em que a coisa foi ao ar. Praticamente coincidiu com a manobra do amigão do Lula para se tornar ditador vitalício da Venezuela.
E por que o Banco do Brasil levou 17 anos para virar amiguinho da natureza? Cansou do vôlei, talvez? Sem falar no termo utilizado: decida pelo 3. Esse decida cheira a plebiscito. Por que não Faça 3, por exemplo? Eu sei, é truque próprio da publicidade despertar a curiosidade sem entregar imediatamente do que se trata.
Sei lá. Espero que seja só coincidência mesmo. É que é difícil ignorar essa hipótese depois de o caseiro Francenildo ter sido massacrado pela máquina da Caixa, por exemplo. Afinal, é disso que se trata a expressão aparelhar o estado.






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